Dilsinho ganha lingeries no palco e coleciona arranhões das fãs no braço

Postado em: 20/10/2016 13:49:03

 

Dilsinho, considerado o galã do samba, tem motivos de sobra para fazer jus ao título. O moreno de 24 anos, com 1,87 m de altura, anda fazendo o maior sucesso com as fãs. Durante os muitos shows pelo país, ele perdeu as contas de quantas calcinhas já ganhou das admiradoras. Em suas apresentações, as moças jogam as peças íntimas para ele no palco que delicadamente as recolhe do chão.

As fãs mais exaltadas já deixaram até marcas em sua pele. "Trago aqui no braço (aponta ele para o antebraço esquerdo) marcas de arranhões. Uma vez uma me puxou e me arranhou após o show.  A marca nunca mais saiu", diverte-se Dilsinho.

Nascido no Rio de Janeiro e criado no bairro da Ilha do Governador, na Zona Norte da cidade, o cantor acaba de lançar seu segundo CD, "O Cara Certo", pela gravadora Sony Music. Por causa do novo trabalho, a agenda está lotada de shows. Em média, Dilsinho faz de 25 a 27 apresentações por mês.

Carro-chefe do novo disco, “Trovão” conta a história de um casal que oscila entre a paixão e os desentendimentos e já está entre as faixas mais tocadas nas rádios do Rio de Janeiro. "Esse segundo disco é a realização de um sonho", define.

Quando está de folga, ele aproveita para voltar à sua rotina. "Procuro ir à academia e melhorar a minha alimentação. Porque, com essa rotina de shows, fica difícil manter um horário regular para se exercitar. Apesar de que, mesmo estando fora do Rio, dou pelo menos uma corrida na rua", conta.

Cria da Ilha

Dilsinho mora com os pais e a irmã caçula na Ilha do Governador. Ele começou a cantar profissionalmente na adolescência, aos 14 anos. As primeiras apresentações foram em bares do bairro e o dinheiro mal dava para pagar o lanche.

"Uma vez meu pai me levou a um bar na Ilha. Estava com meu primo, que era mais velho. O dono do bar me convidou para cantar, mas, como tinha vergonha, disse que não. Daí, como queria sair com meu primo à noite, a condição que meu pai impôs para eu ir com ele era que eu cantasse no palco do bar. E assim comecei a cantar. Mas o dinheiro não pagava nem a passagem do ônibus. Pagavam R$ 7 pelo couvert! Cantava porque gostava muito".

Hoje a vida está melhor e menos apertada, mas ainda falta realizar um sonho: "Quero dar uma casa própria para a minha mãe", diz Dilsinho

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